| Andrés
nega Martinez, mas promete reforçar “time
de Série B”
Definitivamente
a festa da CBF não agradou ao presidente
do Corinthians, Andrés Sanchez. Depois
de afirmar, irônico, que não entendeu
o convite da entidade para participar da premiação
aos melhores do Brasileirão, o cartola
deu diversas respostas ríspidas ao falar
dos planos de seu clube para 2009.
”Depois do Túlio (volante do Botafogo,
já anunciado), quero trazer três
ou quatro jogadores e reforçar um pouquinho
mais esse time de Série B”, revelou
Andrés, dando nova resposta atravessada
quando questionado se o atual elenco corintiano
poderia ter brigado por uma vaga na Libertadores
2009 se estivesse na elite.
”
É um time de Série B, como todo
mundo disse. Só posso responder (se brigará
por Libertadores) no dia 5 de dezembro do ano
que vem”, disparou.
O
presidente negou estar magoado, mas deixou clara
sua insatisfação com alguns setores
da mídia. “Meu time subiu, sou vice-campeão
da Copa do Brasil e minha torcida é a melhor
de todas. Só estou repetindo o que a imprensa
toda falou durante o ano.”
Não
interessa? O presidente também foi evasivo
ao falar sobre os nomes dos possíveis reforços
para a próxima temporada e não admitiu
qualquer interesse em Martinez, que não
continuará no Palmeiras, Souza, ex-centroavante
do Flamengo, e Verón, argentino que atua
no Estudiantes.
”Não
há nada com o Martinez e, se ele não
serve para o Palmeiras, talvez não seja
tão bom assim”, ironizou, negando
as declarações do próprio
jogador, que disse ter recebido proposta para
defender o Timão pelas próximas
três temporadas.
“Verón?
Devem estar confundindo com o Corinthians de Alagoas.
Ele é um grande jogador, mas nunca houve
interesse por sua contratação. O
Souza também é um bom nome, mas
não foi tratado dentro do clube”,
garantiu.
Para
finalizar, Andrés afirmou não ter
qualquer novidade envolvendo a compra em definitivo
do argentino Herrera e se irritou quando questionado
sobre a possibilidade de aceitar pagar os 15%
a que o jogador tem direito na negociação.
“O Corinthians não paga. Os 15% nós
não vamos pagar”, concluiu.
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